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Um grande sonhador

Mandando Bem 10 de abril de 2018

Um sonhador. Assim se definiu João Alberto em seu primeiro contato conosco.

Nosso Assistido é casado há duas décadas e meia, e tem 75 anos de idade. Casou-se em Natal-RN, aos vinte anos de idade, e migrou em seguida para o Rio de Janeiro. No passar dos anos, viveu a experiência de ver os nascimentos de seus quatro maravilhosos filhos. Anos depois, optou por morar em São Paulo, desta feita, na companhia de uma nova mulher, a qual deu a ele um casal de primorosos filhos. Das duas famílias, hoje tem doze netos e três bisnetos. Na verdade, por força de suas duas fases conjugais que não deram certo, o tempo e às providências de Deus, se encarregaram de fazer João conhecer uma nova mulher, que o faz plenamente feliz.

Alberto é potiguar, com vasta experiência de vida no Rio de Janeiro e São Paulo. Sendo aposentado, tem tempo para ler e também escrever. Muito ocupado na leitura de excelentes literaturas brasileiras, inclusive da universal “Bíblia Sagrada”, ele também escreve sobre religião. Na verdade, nada de caráter comercial. No demais, tem como hobby, suas pinceladas artísticas, que lhe rendem o grande prazer de praticá-las.

Durante seu e-mail, o Assistido nos contou algumas de suas experiências de vida. Quando menino, sonhava em se tornar um excelente ator de grandes filmes. Estudou por correspondência as matérias cinematográficas e mais tarde frequentou a Escola de Teatro, no Rio de Janeiro. Com a vantagem de conhecer pessoalmente, e de tornar-se colega de novela de rádio teatro dos artistas como Paulo Gracindo, Deyse Lúcide, e outros, ele foi apresentado ao departamento de novelas da Rede Globo, e logo estava interpretando pequenos papéis como ator, mas logo foi morar em São Paulo.

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Pintura feita pelo Assistido João Alberto

Em 1999, João descobriu que deveria insistir mais nos seus sonhos. Passou a frequentar um atelier (Oficina de Artes Plásticas), onde desde o primeiro trabalho que havia realizado, os comentários e admirações do professor e colegas, o levaram a produzir um pouco mais de cinquenta quadros. Apesar do bom desempenho como artista plástico, por um bom tempo abandonou a arte, a qual, hoje em dia, entre um momento e outro, pinta apenas como hobby.

Antigo motorista na Telesp, optou por esta profissão, por duas razões:

(1.) por ter sido ela a que ele mais se enquadrou no seu exercício profissional;

(2.) porque ansiava muito trabalhar na empresa, por se tratar de uma organização confiável, e que estimulava o profissional a se desenvolver e ter metas de crescimentos em conjunto com a empresa.

Quando perguntado sobre como foi sua decisão em entrar na Sistel, ele recorda de ter ouvido por muitas vezes que “a Sistel faz parte de um plano de seguridade social de primeira linha”. O que pode dizer hoje é que “tenho orgulho e gratidão, por ser mais um dos que fazem parte dos benefícios da Fundação Sistel de Seguridade Social”.