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Vivendo intensamente

Mandando Bem 9 de junho de 2017

O cearense Francisco Audisio Sá da Rocha é natural de Tianguá, cidade da Serra da Ibiapaba, região famosa pelo clima ameno que pode chegar, no inverno, a surpreendentes temperaturas abaixo de 15º C. Filho de um casal de agricultores teve sete irmãos. O pai, Afonso, militou na política local por vinte anos enquanto a mãe, Maria Enilda, dedicava-se aos filhos e aos cuidados do lar.

Recorda com saudades o tempo de estudos nos seminários franciscanos; foram dois anos na cidade natal e, depois, o curso ginasial no convento de Ipuarana, em Campina Grande, Paraíba.

Apesar das dificuldades financeiras da família mudou-se para Fortaleza com a finalidade de cursar o científico, porém a falta de recursos o levou a deixar a escola e buscar emprego.

Ainda menor, trabalhou na prefeitura de sua cidade como office boy, mais tarde, em busca de crescimento profissional mudou-se para Brasília e, depois, para o Recife. Atuou no Departamento de Estradas e Rodagem – DER e em empresas da iniciativa privada.

É justamente da vida profissional que vem lembranças inesquecíveis, especialmente, a convivência de vinte e cinco anos com os colegas e amigos da Teleceará, onde começou como Operador de Equipamentos, foi promovido a Auxiliar Técnico e aposentou-se como Técnico em Comutação.

Audisio têm, como frutos de dois casamentos anteriores, duas filhas casadas e uma adolescente. Do filho, falecido há dez anos, guarda saudosas lembranças. Orgulha-se dos sete netos: “todos estudando, um terminando medicina, outro engenharia, e os demais no caminho da sabedoria”.

Atualmente, ao lado da esposa, Antônia Grecy Kelly, a quem declara diariamente o seu amor, gosta de viajar e de realizar todas as atividades cotidianas. Acompanhar jogos de futebol e corridas de fórmula 1 são seus hobbys.

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Para ele, a cidade de Tianguá, com seus setenta mil habitantes, é privilegiada. Afinal, dispõe de boa infraestrutura hospitalar e um comércio dinâmico e variado, que inclui um moderno shopping center.

Na opinião de Audisio, a Sistel é muito importante na vida de assistidos e participantes. Relata que foi graças aos “famosos exames periódicos” que descobriu um câncer na próstata logo no início, por essa razão afirma: “já resolvi tudo, agora só resta a bondade de Deus curá-lo definitivamente”. Aproveita para lembrar a relevância da rede credenciada de saúde chegar às cidades do interior facilitando o acesso aos usuários.

Cheio de esperança conclui: “nunca podemos deixar de viver bem, principalmente com os nossos familiares e amigos. Já tenho setenta anos e me considero uma pessoa de quarenta, pois vivo com intensidade todos os momentos da minha vida”.




  1. Kelly rocha disse:

    Lindo

  2. Luciano Rocha disse:

    Isso prova que a idade é psicológica e que podemos ser felizes sempre, bastando apenas que queiramos isso. Parabéns a Sistel pelo excelente artigo. Convido seus leitores a visitarem minha pagina e conhecerem um pouco mais sobre a cidade de Tiangua: http://www.luccianorocha.blogspot.com

    • Celeste Arrais disse:

      Olá Luciano,

      Você tem toda razão, a idade é mesmo psicológica e pra ser feliz não precisa ter idade, basta tomar essa decisão.

      Visitamos sua página e vimos que gosta bastante de viajar, inclusive já conhece Brasília. É isso aí, “viajar é trocar a roupa da alma” já dizia o poeta Mário Quintana.

      Obrigada pelo seu comentário.

      Abraços,

      Celeste Arrais